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2ª CMVS começa nesta sexta-feira


Cerca de 400 pessoas entre trabalhadores, usuários, prestadores de serviço e gestores reúnem-se nesta sexta-feira, 25, e no sábado, 26, para definir diretrizes de atuação na 2ª Conferência Municipal de Vigilância em Saúde da Capital (CMVS).O evento acontecerá no Hotel Continental (Largo Vespasiano Veppo, em frente à Rodoviária) e terá exposição, grupos de trabalho e plenária. A programação começa às 13h de sexta-feira. Acesse a programação.

O tema central das discussões segue as normativas da primeira edição das conferências Estadual e Nacional de Vigilância em Saúde: "Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público de Qualidade". As deliberações da 2ª CMVS serão levadas aos encontros estadual, em outubro, e nacional, em novembro. O evento municipal é realizado em parceria da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde com o Conselho Municipal de Saúde.

Desde julho, mais de mil pessoas estão envolvidas na realização da Conferência. Um total de 1.073 pessoas participou das Conferências Livres de Vigilância em Saúde que, em 31 encontros, discutiram temas relacionados a oito subeixos de debate da CMVS. Nesses encontros, foram construídas 178 propostas que serão levadas à análise dos participantes da 2ª CMVS. A dinâmica dos trabalhos prevê formação e discussão em oito grupos de trabalho, cada um dedicado a um subeixo. As propostas construídas nas conferências livres deverão ser defendidas nesses GTs e aprovadas para depois serem encaminhadas para votação de todos os participantes, no sábado. Os GTs definirão 80 propostas que serão votadas pelo grande grupo de participantes. A votação será proporcional aos segmentos. Para garantir paridade, o grupo dos usuários terá maior peso na votação.

Temas - Os oito subeixos da Conferência Municipal de Vigilância em Saúde são os seguintes: 1 - o papel da vigilância em saúde na integralidade do cuidado individual e coletivo em toda a Rede de Atenção à Saúde, com ênfase na Atenção Primária; 2 - acesso e integração das práticas e processos de trabalho das vigilâncias epidemiológica, sanitária, em saúde ambiental e do trabalhador e dos laboratórios de saúde pública; 3- acesso e integração dos saberes e tecnologias das vigilâncias: epidemiológica, sanitária, em saúde ambiental, do trabalhador e dos laboratórios de saúde pública; 4 - responsabilidades do Estado e dos governos com a vigilância em saúde; 5 - gestão de risco de estratégias para a identificação, planejamento, intervenção, regulação, ações intersetoriais, comunicação e monitoramento de riscos, doenças e agravos à população; 6 - monitoramento de vetores e de agentes causadores de doenças e agravos, inclusive as negligenciadas; 7 - implementação de políticas intersetoriais para promoção da saúde e redução de doenças e agravos, inclusive as negligenciadas; e 8 - a participação social no fortalecimento da vigilância em saúde.


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